Taxonomia:

Os cupins são insetos hemimetábolos, com metamorfose gradual, aparelho bucal mastigador e ortopteroides. Muito vinha sendo discutido a respeito das relações internas dentro de Dictyoptera, inclusive se a ordem Isoptera deveria ou não continuar sendo utilizada, já que um gênero de baratas que vivem em madeira (Cryptocercus) é filogeneticamente mais próximo dos cupins do que das demais baratas.[8][9][10] Desta forma, as baratas seriam um grupo parafilético, mas também poder-se considerar os cupins como uma epifamília (denominada Termitoidae[11]) dentro de Blattaria: Blattaria = outras baratas + (Cryptocercus + Termitoidae).[12]

A classificação mais recente divide a Subordem Isoptera em onze famílias[13]:

Cratomastotermitidae faz parte de um grupo fóssil (em âmbar) encontrado no Brasil, com claras características morfológicas de proximidade com as baratas-da-madeira.

Mastotermitidae possui atualmente um único representante vivo, na Austrália (Mastotermes darwiniensis); ainda guarda várias características em comum com as baratas-da-madeira, inclusive a simbiose com as Blattabacterium spp; esta simbiose é posteriormente perdida pelos grupos posteriores de cupins.

Mastotermes darwiniensis

Abaixo começa o clado EUISOPTERA[14]:

Termopsidae

Hodotermitidae

Archotermopsidae

Stolotermitidae

 

Kalotermitidae são capazes de viver em madeira seca sem contato com o solo e nunca constroem ninhos.

Abaixo começa os NEOISOPTERA[15]:

 

Stylotermitidae

Os Rhinotermitidae são, na maioria, subterrâneos e se alimentam de madeira. Alguns deles são pragas importantes.

A família Serritermitidae, até recentemente, era constituída de uma única espécie: Serritermes serrifer, que ocorre apenas no Brasil. Novas evidências, no entanto, indicam que Glossotermes oculatus, espécie da Amazônia previamente incluída em Rhinotermitidae, também pertence a Serritermitidae.

Acima estão as famílias que compreendem os “cupins inferiores”, que apresentam protozoários simbiontes do Filo Metamonada; essa “classificação” tem carácter parafilético.

 

Termitidae é bastante diversificada, e compreende cerca de 85% das espécies de cupins conhecidas do Brasil e mais de 70% das espécies de cupins no mundo; são os chamados “cupins superiores”; diferentes de todas as outras famílias, não possuem os flagelados simbiontes[16] e tudo indica que também produzem celulase em quantidades maiores que as outras famílias.[17] Dentre os Termitidae, alguns são comedores de madeira, de folhas, de húmus, e também cultivadores de fungo (e que não ocorrem no Brasil); muitos constroem ninhos grandes e complexos.

 

Os ninhos, em muitas espécies, constituem os chamados cupinzeiros ou termiteiros. São montes de forma aproximadamente cilíndrica que podem atingir até nove metros de altura. São feitos de uma pasta de terra, fragmentos de madeira, excrementos e saliva produzida pelas próprias térmitas.

 

Para se deslocarem à superfície protegendo-se dos seus predadores (formigas, aves, etc.) e evitar a luz do sol, constroem, com grande rapidez, túneis em que usam o mesmo tipo de pasta.

 

No Brasil, são encontradas apenas as famílias: Kalotermitidae, Rhinotermitidae, Serritermitidae e Termitidae.

 

Os ninhos, em muitas espécies, constituem os chamados cupinzeiros ou termiteiros. São montes de forma aproximadamente cilíndrica que podem atingir até nove metros de altura. São feitos de uma pasta de terra, fragmentos de madeira, excrementos e saliva produzida pelas próprias térmitas.

 

Para se deslocarem à superfície protegendo-se dos seus predadores (formigas, aves, etc.) e evitar a luz do sol, constroem, com grande rapidez, túneis em que usam o mesmo tipo de pasta.

 

No Brasil, são encontradas apenas as famílias: Kalotermitidae, Rhinotermitidae, Serritermitidae e Termitidae.

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